Mundo
Guerra no Médio Oriente
Irão. Novas explosões ouvidas na ilha de Qeshm
Explosões foram ouvidas na noite de terça-feira na ilha iraniana de Qeshm, perto do estreito de Ormuz, informou a agência de notícias Fars, no meio do reatamento das hostilidades entre os Estados Unidos e o Irão.
"Por volta das 18h45, foram ouvidas várias explosões na ilha de Qeshm", afirmou a agência iraniana, acrescentando que a zona de Masan, na ilha, foi alvo de ataques aéreos por diversas vezes nos últimos dias, alegadamente levados a cabo pelo "inimigo norte-americano".
Horas depois registaram-se novas explosões em Bandar Abbas, junto ao Estreito de Ormuz, como centro de comando norte-americano a referir uma nova vaga de ataques.
Em Teerão, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, frisou na televisão estatal que o Irão vai defender "cada centímetro" do seu território.
"A sua retórica continua, mas a questão é: será que alcançaram os seus objetivos no campo de batalha?", questionou o presidente iraniano, referindo-se à estratégia norte-americana.
As declarações de Pezeshkian surgem depois de Trump ter afirmado que os Estados Unidos atacaram o Irão "com demasiada força" e eliminaram "quase todas" as suas capacidades militares.
Os meios de comunicação iranianos noticiaram ataques dos EUA ao sul do Irão, que respondeu lançando mísseis e drones contra alvos norte-americanos na região.
Esta manhã, as Forças Armadas iranianas afirmaram que não cederão "nem um centímetro" no estreito de Ormuz, declarando que a via navegável "nunca será reaberta através de guerra, agressão ou ataques dos Estados Unidos".
"A sua retórica continua, mas a questão é: será que alcançaram os seus objetivos no campo de batalha?", questionou o presidente iraniano, referindo-se à estratégia norte-americana.
As declarações de Pezeshkian surgem depois de Trump ter afirmado que os Estados Unidos atacaram o Irão "com demasiada força" e eliminaram "quase todas" as suas capacidades militares.
Os meios de comunicação iranianos noticiaram ataques dos EUA ao sul do Irão, que respondeu lançando mísseis e drones contra alvos norte-americanos na região.
Esta manhã, as Forças Armadas iranianas afirmaram que não cederão "nem um centímetro" no estreito de Ormuz, declarando que a via navegável "nunca será reaberta através de guerra, agressão ou ataques dos Estados Unidos".
O presidente norte-americano tinha prometido prosseguir com os bombardeamentos contra alvos iranianos, esta terça-feira, e cumpriu, embora em menor escala.
Segunda-feira, os ataques dos EUA visaram, de acordo com o Comando norte-americano, alvos junto à costa sul junto ao Estreito de Ormuz, incluindo sistemas de vigilância costeira e arsenais de drones e de mísseis.
Os resultados foram publicados na conta do Comando das forças nortes americanas da rede X.
Yesterday, using multiple one-way attack surface drones, CENTCOM forces successfully struck a submarine and ship maintenance facility in Iran. Three Corsair unmanned surface vessels hit the port at Bandar Abbas Naval Base, marking the first time American forces have employed sea… pic.twitter.com/bOM2kmgRxz
— U.S. Central Command (@CENTCOM) July 13, 2026
Exército do Kuwait interceta "aeronaves hostis"
O Kuwait anunciou por seu lado, esta terça-feira, que está a enfrentar ataques no seu espaço aéreo, no meio da intensificação dos ataques iranianos na região do Golfo nos últimos dias, devido ao aumento das tensões no Estreito de Ormuz.
"As forças armadas estão a intercetar aeronaves hostis dentro do espaço aéreo do Kuwait", declarou o Estado-Maior, instando a população a "respeitar as instruções de segurança emitidas pelas autoridades".
Até ao momento não foram divulgadas informações sobre o alvo destes ataques nem sobre a origem.
Em comunicado, o exército do Kuwait informou depois que um dos seus navios de guerra foi alvo dos ataques, descritos como sendo de origem iraniana, resultando em quatro feridos.
Os feridos receberam assistência médica e o seu estado de saúde é instável, acrescentou.
Ao todo, as Forças Armadas do Kuwait detetaram e intercetaram um míssil balístico, cinco mísseis de cruzeiro e 33 drones nos ataques desta terça-feira, que atingiram várias instalações civis e vitais, causando também danos materiais devido à queda de destroços.
Além de ser visado por Teerão em ataques como represália pelos bombardeamentos norte-americanos, o Kuwait também tem sido alvo de ataques por parte de milícias pró-iranianas do Iraque, em apoio ao Irão.
Durante as últimas 24 horas, o Irão já lançou ataques contra dois navios dos Emirados Árabes Unidos que navegavam pelo estreito de Ormuz, causando a morte de um tripulante e oito feridos, e disparou mísseis e drones contra alvos dos Estados Unidos no Bahrein, no Kuwait e na Jordânia, na terceira noite consecutiva de ataques cruzados entre Washington e Teerão.
c/agências
Os feridos receberam assistência médica e o seu estado de saúde é instável, acrescentou.
Ao todo, as Forças Armadas do Kuwait detetaram e intercetaram um míssil balístico, cinco mísseis de cruzeiro e 33 drones nos ataques desta terça-feira, que atingiram várias instalações civis e vitais, causando também danos materiais devido à queda de destroços.
Além de ser visado por Teerão em ataques como represália pelos bombardeamentos norte-americanos, o Kuwait também tem sido alvo de ataques por parte de milícias pró-iranianas do Iraque, em apoio ao Irão.
Durante as últimas 24 horas, o Irão já lançou ataques contra dois navios dos Emirados Árabes Unidos que navegavam pelo estreito de Ormuz, causando a morte de um tripulante e oito feridos, e disparou mísseis e drones contra alvos dos Estados Unidos no Bahrein, no Kuwait e na Jordânia, na terceira noite consecutiva de ataques cruzados entre Washington e Teerão.
c/agências